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Devido às condições do Rio Iguaçu, a passarela de acesso à Garganta do Diabo está fechada para manutenção estrutural preventiva. A medida não interrompe a visita ao Parque Nacional Iguazú, os circuitos Superior e Inferior permanecem em pleno funcionamento.
O mesmo platô, a mesma perspectiva
O Circuito Superior e a Garganta do Diabo estão situados no mesmo platô geológico, na parte alta do rio. A visão panorâmica do topo das quedas, o volume de água antes da queda no cânion, permanece disponível pelo circuito regular.
Como funciona o acesso no período
O trajeto segue a sequência padrão: Sendero Verde (650m, mata nativa), trem ecológico até a Estação Cataratas, e a partir daí os dois circuitos.
O Circuito Superior é plano, sem escadas, com 1.750 metros de extensão. O Circuito Inferior, de 1.700 metros, tem desníveis e escadarias metálicas, para quem prefere evitá-los, há um trajeto alternativo plano de 800 metros (ida e volta), com vista para um conjunto de quedas na base do cânion.
A transição entre os dois circuitos pode ser feita por uma escadaria de cerca de 100 degraus ou por uma rampa de 450 metros, mais longa e sem desníveis.
Almoço e extensão de tarde
Ao final dos circuitos, o roteiro segue para Puerto Iguazú, com almoço à escolha do passageiro entre quatro restaurantes: Karuma, Jungle Lodge, El Quincho del Tío Querido e Aqva.
A tarde pode ser reservada para a Feirinha Artesanal Argentina e o Marco das Três Fronteiras, do lado argentino — parada tradicional para observar o encontro dos rios Paraná e Iguaçu, na divisa entre Brasil, Argentina e Paraguai.
Duração e estrutura
O passeio pelo parque, dos dois circuitos, com trem e caminhadas, leva entre 4h30 e 5h30. Almoço e extensão de tarde ampliam o dia conforme o ritmo escolhido pelo grupo.
A IGT acompanha o processo de reabertura junto à administração do parque e manterá seus parceiros e viajantes informados sobre qualquer atualização.
